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Cultura

Inaugurada réplica da Cruz Missioneira em Gravataí

12 de abril de 2019
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Na semana em que Gravataí comemora 256 anos (1763 – 2019) dos primeiros registros históricos de povoamento, a Prefeitura instala uma Cruz Missioneira – também conhecida como Cruz de Caravaca ou Cruz de Lorena – em cereimônia que ocorreu às 10h30min desta sexta-feira (12/4) na rótula de acesso à RS-118, na Avenida Centenário

Hoje, 12 de abril, no trevo de acesso da ERS 118, em Gravataí – RS, em concorrida solenidade, comandada pela Prefeitura Municipal, foi inaugurada uma réplica em ferro, da Cruz Missioneira.

A idéia lançada tempos atrás por Osvaldir Ribeiro, Secretário Vando do Turismo em Santo Ângelo, foi abraçada pelo Prefeito de Gravataí Marco Alba e o Secretário do Turismo Victor Rafael Johnson, com a participação de Iuri Camargo de Oliveira, Secretário Adjunto.

A importância do ato resgata a história do Município. Após as Guerras Guaraniticas ( 1754 a 1756 ) O General Gomes Freire, convenceu famílias Guaranys a marchar para Rio Pardo, onde permaneceram por em torno de 3 anos. Três mil almas saíram das Reduções Missioneiras.

Destas, Mais ou menos a metade ficou em Rio Pardo e uns 1.500 rumaram para Gravataí. O Prefeito Municipal, em seu pronunciamento, disse que a Cruz Missioneira resgata a importância do Guarany, no surgimento da hoje desenvolvida Cidade de Gravataí, cujas origens está ligada ao trabalho exemplar do índio Missioneiro.

Diversas autoridades do Estado e muitos da Região dos Sete Povos, estiveram presentes. A baixo a lista de presença.

Com isso estamos resgatando e reafirmando um aspecto fundamental da origem da nossa cidade que é a presença do índio guarani, o índio missioneiro, na formação do povoado da Aldeia da Nossa Senhora dos Anjos, em 1763, e que em 1880 com a emancipação política e administrativa passaria a ser o município de Gravataí, disse o prefeito Marco Alba (MDB)

Entre os presentes da região das missões o Dr. Silvano Saragoso, representando no ato o deputado estadual Eduardo Loureiro, André kryszczun, o secretário de turísmo e esportes de Santo Ângelo Osvaldir Ribeiro de Souza, o prefeito de Entre-Ijuis Brasil Sartori e Marcos Mattos pela AMM.

Fonte e fotos exclusivas radiocidadesa- Sivano Saragoso

Foto Capa- PMG
Seguinte/Radiocidadesa

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7 respostas para “Inaugurada réplica da Cruz Missioneira em Gravataí”

  1. Carem Pacheco disse:

    Uma pessoa bem emportante que fala em suas músicas de sete povos e fala muito bem da crus de Lorena e o grande Pedro Ortasa e Gabriel Ortasa este sim deveria ser convidado a homenagem a cidade de Gravataí e junto cruz de Lorena tá aí a dica ao nosso prefeito . É aqui quem escreve é Carem Pacheco moradora de Gravatai

  2. Carlos Augusto da Silveira Lescano disse:

    Porque esse evento nao foi mais divulgado pra população.
    Tem muitos missioneiros que moram na cidade…

  3. Rodrigo disse:

    Porque não arrumam o acesso ao distrito industrial ao inves de fazer monumento. Quantos acidentes com obitó já ocorreram nesse local. Por favor!!!

  4. Sandro disse:

    Também faltou divulgar que o sino que está na igreja Matriz no centro de Gravatai, foi trazido das ruínas de São Miguel das Missões após a covardia da coroa portuguesa.

  5. Eduardo Rocha disse:

    Acho válido a cruz, como forma de referência religiosa…
    Mas não tivemos nenhuma ligação jesuítica em nossa cidade… aliás nunca tivemos um jesuíta aqui…Quando foi assinado o tratado da sisplatina onde os espanhóis foram tomar conta da província da sisplatina, o governo português tinha medo de perder esse espaço e precisavam colonizar a nossa região…por que aqui era o caminho dos tropeiros de gado, que levavam suas tropas para Sorocaba SP, onde se fazia a contagem na cidade de Santo Antônio da patrulha, e por isso leva seu nome por patrulhar a contagem o gado…e como os índios tinham essa cultura de viver em aldeia, eles acharam por bem, por meio do Marquês de Pombal, deslocar mil e quinhentos índios via Rio Pardo para a nossa Gravataí…esses índios tinham muito conhecimento na agricultura adquirido pelos jesuítas, o cultivo de trigo, milho e mandioca…foram alocados numa Sesmaria na região de Morungava…pois os espanhóis tinham os olhos voltados para nossa região por ser caminho para as tropas de gado…e a política do marquês de pombal era dissiminadora…os pombalinos eram quem dominavam as terras do nosso vale…e como os jesuítas tinham passado todo seu conhecimento, que diga se de passagem era melhor que a dos portugueses, os padres jesuítas espanhóis foram espulsos da província de São Pedro do Rio grande do sul…e como os índios tinham esse conhecimento vasto na agricultura, foram eles a colonizar a nossa cidade…Por isso que Marcelino de Figueiredo que era o governador da província chamou o Pinto Carneiro que era um bandeirante e tinha uma vasta experiência em caçar índio foi chamado para fazer essa empreitada .. então ele ganhou uma Sesmaria do governador para poder trazer os índios como escravos para cultivar a terra…e se instalaram aqui ..e com o cultivo dos índios vieram os açorianos que também levaram seu quinhão de terra para fazer uso desta terra…e como aqui é uma região alta, os portugueses gostaram…pois a sabedoria deles já diziam que no alto se via ao longe e não havia problemas de água enchente…A nossa devoção a Nossa Senhora dos anjos chegou com os índios, pois esse título dado a nossa senhora, vem dos espanhóis…e foi assim que os índios das missões vieram parar em Gravataí, nunca se teve qualquer jesuíta aqui nesta aldeia…quem mais tarde veio para cá no final do século XVII foi os capuchinhos, que deram origem a primeira paróquia da cidade …
    Lembrando que todos nós pertenciamos a Viamão onde já tinha povoado e inclusive tínhamos um porto por onde se chegava o povo desta aldeia…
    Então dizer que tivemos missões aqui é um erro, segundo é até vergonhoso por que os índios vieram como escravos para cultivo da terra e plantação de trigo na Morungava…
    Acho que pra secretária de Cultura deveria ao menos tem mais cuidado…para não soltar ao vento infundos como esse…Mas não critico a ação… só acho que tem conflito de informação…

    • Carlos Eduardo Souza Fernandes disse:

      Pelo texto entendo que sim, os índios vindos das missões são o fundamento o alicerce da formação de Gravatai. Sendo um elo de ligação da história missioneira, estabelecendo um portal de ligação da cultura indígena, açoriana com nossa atual comunidade gravataiense/gaucha. Grande sacada do prefeito, que planta uma semente para abertura de uma rota turística fantastica a ser desenvolvida, sabe lá até um caminho mistico de peregrinação.

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