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Saúde

Assistência Social engajada em ações para combater o aedes aegypti

17 de abril de 2019
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Secretarias municipais estão realizando ações para conscientizar a população e reduzir os focos de proliferação do mosquito transmissor da dengue

A Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Cidadania (SMASTC), realizou na terça-feira, 16, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do Centro Social Urbano (CSU), uma palestra para explicar quais são os cuidados essenciais para combater o aedes aegypti, vetor da dengue.

Palestraram para os frequentadores do CRAS/CSU, a bióloga e professora do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Santo Ângelo (FASA), Cecília Rupert Possenti, o professor e coordenador do setor de extensão da FASA, Ricardo Denti Junior. Os palestrantes são integrantes do Comitê Municipal de Combate à Dengue, e a atividade realizada no CRAS, faz parte de um cronograma de ações formuladas pelo comitê.

A próxima palestra está prevista para o dia 6 de maio, no Clube de Mães, do Bairro Nova.

Eles explicaram aos presentes, como funciona a proliferação do mosquito e quais doenças ele pode transmitir à população. O mosquito é pequeno, mede cerca de um centímetro, preto ou marrom com manchas brancas, ele ataca normalmente no início da manhã e no final da tarde em locais com sombra, e não costuma emitir zumbido audível.

O mosquito se alimenta da selva de plantas, mas a fêmea, precisa de sangue humano para amadurecer os ovos. Ele vive em média 30 dias e pode gerar até 1500 novos mosquitos.

A melhor forma de prevenção é aquela que cada um pode fazer em sua casa e em seu bairro, mantendo tonéis e caixas com água fechadas, colocar areia até a borda dos pratos com plantas ou lavá-los semanalmente com escova, trocar a água de vasos com plantas aquáticas e lavá-los semanalmente, deixar todas as garrafas com a boca para baixo para evitar o acumulo de água, colocar no lixo todos os objetos não utilizados e que acumulam água.

DOENÇAS E SEUS PRINCIPAIS SINTOMAS

O mosquito aedes pode transmitir a febre chikungunya que causa febre alta de início súbito, manchas pelo corpo, dor no corpo e nas articulações e inchaço. A Dengue vem acompanhada de febre, dor de cabeça, machas pelo corpo, dor abdominal e enjôo e dores no corpo e nas articulações. O zika vírus apresenta febre baixa e moderada, lesões vermelhas na pele, dor abdominal e enjôo, dores no corpo e inchaço nas articulações e olho vermelho que pode ter secreção.
Ao indício de qualquer sintoma o indivíduo deve procurar uma unidade de saúde para a realização de exames, caso seja comprovada a existência do vírus no corpo o tratamento deve ser iniciado com medicamentos.

Para o tratamento ter resultados positivos, o paciente deve usar a medicação indicada pelo médico, não deve tomar remédios à base de ácido acetilsalicílico, precisa beber muita água e repousar.

O vice-prefeito, Bruno Hesse, enfatizou que o Governo Municipal está realizando diversas ações na cidade para conscientizar a população, para que ocorra uma redução de locais com foco de mosquitos. “Na última semana, a Secretaria de Saúde, por meio da Vigilância Ambiental, realizou uma varredura na área central e nos bairros de Santo Ângelo, eliminando indícios de focos. Estamos nos esforçando para cuidar dos cidadãos, porém é preciso que cada um faça a sua parte para que não sejam registrados novos casos de dengue”, disse Hesse.

PRESENÇAS

Também estiveram presentes na palestra a vice-primeira-dama Ligia Hesse, o secretário de Assistência Social, Trabalho e Cidadania, Lauri Juliani, a coordenadora da pasta, Valdeci Braga, o coordenador dos Núcleos Comunitários de Santo Ângelo, Clodoveo Miguel da Rosa e a coordenadora do CRAS/CSU, Isabel Garcia Dias.

Texto: Isabelle Luft
Fotos: Divulgação/SMASTC

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