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Educação

Engenharia: acadêmicos da FASA participam de curso sobre bioconstrução no Paraná

12 de setembro de 2019
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Faculdade incentiva formação com base na sustentabilidade e inovação

A bioconstrução está presente no campus da FASA como um diferencial para sustentabilidade e de inovação. Além de construir em seu próprio espaço, a Instituição de Ensino Superior (IES) incentiva e apoia de forma prática a busca de conhecimento e aprendizados sobre o tema, especialmente nos cursos de engenharia que oferece. De 30 de agosto a 1º de setembro, dois acadêmicos da FASA participaram de um curso intensivo sobre bioconstrução, em Guarapuava, Paraná. A formação foi promovida pela Associação Caminho de São Francisco e UniPermacultura, no sítio Agroflorestal Pedacinho do Céu.

Os estudantes Paulo Sérgio Caetano, de Engenharia Civil, e Patrick Mendonça Witczak, de Engenharia Ambiental e Sanitária, participaram da formação ministrada pelo bioconstrutor responsável pelas obras na FASA, Clairton da Silva. Durante os três dias, a programação contemplou tópicos de planejamento e introdução ao design e à bioconstrução, círculo de propósitos; dimensões sociais e psicológicas ligadas à permacultura, sustentabilidade, empatia e reencantamento do ser, cenários futuros, Transition Towns e Farms.

“Foi uma excelente oportunidade que a FASA nos proporcionou. O contato com pessoas vindas de todos os cantos do Brasil nos fez compartilhar experiências e diferentes técnicas na área da bioconstrução. Saímos do ‘tradicional’ e fomos em busca do novo, aprendendo sobre a bioconstrução que vem crescendo dentro da engenharia e mostrando que devemos sim pensar em formas sustentáveis que venham a ajudar na preservação do ambiente”, afirma Caetano.

Na parte prática do curso, a técnica ensinada foi a Cord Wood, a mesma empregada no novo Laboratório de Química da FASA. “Ela reaproveita tocos de madeira que geralmente são dispensados por madeireiras e construtoras. Vale destacar que, além de a madeira ser um grande isolante térmico e acústico, é autoportante. Nessa técnica, ela é entreposta de maneira que possibilita uma forma muito resistente”, explica o bioconstrutor, ressaltando que o aprendizado é um diferencial para os acadêmicos da FASA tendo em vista que “técnicas de bioconstrução não estão presentes na maioria das universidades no Brasil”, percepção compartilhada pelos estudantes.

“Participar do curso foi uma experiência muito gratificante pois, com os modelos de bioconstrução é possível perceber que podemos sim construir com baixo custo e sem agredir a natureza. É um grande diferencial, hoje posso olhar de outra forma tanto a maneira de construir como de se trabalhar. Sempre buscando equilíbrio entre a preservação do meio ambiente, a beleza das construções e sua praticidade”, comenta Witczak..

CRÉDITOS DAS IMAGENS: Arquivo pessoal

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