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Política

Márcio Antunes eleva o tom e afirma que governo municipal é "inútil", e tem administração pífia

Márcio Antunes eleva o tom e afirma que governo municipal é
08/12/2025 às 20:12

A sessão legislativa desta segunda-feira (08) revelou, mais uma vez, o acirramento do clima político na Câmara de Vereadores. O vereador Márcio Antunes (MDB) elevou o tom das críticas à atual administração municipal, classificando como “inútil” a atuação do prefeito e do vice-prefeito ao longo do primeiro ano de governo.

Segundo o parlamentar, a gestão não apresentou resultados concretos, limitando-se, em sua visão, a ampliar o endividamento do município e a negligenciar compromissos considerados essenciais com o funcionalismo público. Um dos pontos mais sensíveis levantados por Márcio Antunes foi a falta de repasses ao FABS, recurso que ele classificou como “dinheiro sagrado dos funcionários”, o que evidencia não apenas um problema administrativo, mas também um grave desgaste na relação entre governo e servidores.

A crítica central do discurso foi a suposta incapacidade da gestão em articular politicamente na esfera federal. Para o vereador, a ausência do prefeito e do vice em Brasília simboliza a falta de protagonismo da administração na busca por investimentos e convênios estratégicos. “Não se governa apenas do ar-condicionado”, afirmou, em tom duro, ao defender que a presença constante na Capital Federal é essencial para captar recursos e acelerar o desenvolvimento local.

O discurso também trouxe à tona um padrão recorrente nas administrações públicas: a transferência de responsabilidades para gestões anteriores. Na avaliação do vereador, o argumento de culpar governos passados deixou de ser justificativa plausível e passou a servir como escudo para a ineficiência.

Mais do que um embate político, o episódio evidencia um cenário de desgaste institucional. Quando o debate público se transforma em troca de acusações sem respostas objetivas à população, quem perde é o cidadão. A cobrança por resultados é legítima, mas o município segue refém de um ambiente onde o confronto político se sobrepõe à construção de soluções.

A população, no fim, continua à espera de algo que vá além dos discursos — sejam eles de situação ou de oposição.pifiaão pífia, destaca

A sessão legislativa desta segunda-feira (08) revelou, mais uma vez, o acirramento do clima político na Câmara de Vereadores. O vereador Márcio Antunes (MDB) elevou o tom das críticas à atual administração municipal, classificando como “inútil” a atuação do prefeito e do vice-prefeito ao longo do primeiro ano de governo.

Segundo o parlamentar, a gestão não apresentou resultados concretos, limitando-se, em sua visão, a ampliar o endividamento do município e a negligenciar compromissos considerados essenciais com o funcionalismo público. Um dos pontos mais sensíveis levantados por Márcio Antunes foi a falta de repasses ao FABS, recurso que ele classificou como “dinheiro sagrado dos funcionários”, o que evidencia não apenas um problema administrativo, mas também um grave desgaste na relação entre governo e servidores.

A crítica central do discurso foi a suposta incapacidade da gestão em articular politicamente na esfera federal. Para o vereador, a ausência do prefeito e do vice em Brasília simboliza a falta de protagonismo da administração na busca por investimentos e convênios estratégicos. “Não se governa apenas do ar-condicionado”, afirmou, em tom duro, ao defender que a presença constante na Capital Federal é essencial para captar recursos e acelerar o desenvolvimento local.

O discurso também trouxe à tona um padrão recorrente nas administrações públicas: a transferência de responsabilidades para gestões anteriores. Na avaliação do vereador, o argumento de culpar governos passados deixou de ser justificativa plausível e passou a servir como escudo para a ineficiência.

Mais do que um embate político, o episódio evidencia um cenário de desgaste institucional. Quando o debate público se transforma em troca de acusações sem respostas objetivas à população, quem perde é o cidadão. A cobrança por resultados é legítima, mas o município segue refém de um ambiente onde o confronto político se sobrepõe à construção de soluções.

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