
Everson Kauã Machado Prado foi visto pela última vez na noite da última terça-feira (3), quando imagens de câmeras de monitoramento registraram o momento em que ele embarcou em um veículo de cor bordô na Avenida Venâncio Aires. Desde então, familiares, amigos e autoridades de segurança pública vêm realizando buscas e reunindo informações que possam contribuir para sua localização.
Uma equipe da Polícia Civil, coordenada pelo delegado Rodrigo Regis da Silva, trabalha na reconstituição dos últimos passos do jovem, realizando a coleta de depoimentos, análise de imagens e cruzamento de informações obtidas ao longo da investigação. O objetivo é estabelecer uma linha cronológica dos acontecimentos e identificar circunstâncias que possam esclarecer o desaparecimento.
Em contato com o Departamento de Jornalismo do Portal Rádio Cidade Santo Ângelo, o delegado informou que, neste momento, o caso continua sendo tratado oficialmente como desaparecimento de pessoa. Segundo ele, as ações desenvolvidas pelas forças de segurança buscam reunir elementos concretos que permitam compreender o que ocorreu após o jovem ser visto pela última vez.
“Estamos em diligências para elucidação dos fatos. As oitivas e diligências realizadas são para buscar esclarecimentos sobre o que teria ocorrido com o desaparecimento do Kauã”, afirmou o delegado.
A Polícia Civil também trabalha na análise detalhada de imagens de videomonitoramento, depoimentos de testemunhas, informações repassadas à investigação e nos resultados de perícias realizadas no veículo que teria sido utilizado no deslocamento do jovem.
O caso tem gerado grande comoção em Santo Ângelo e na região das Missões, mobilizando familiares, amigos e integrantes da comunidade, que acompanham atentamente o trabalho das autoridades na esperança de que o paradeiro de Everson Kauã seja esclarecido o mais breve possível.
A Polícia Civil reforça que qualquer informação que possa contribuir para a localização de Everson Kauã Machado Prado ou auxiliar nas investigações deve ser comunicada imediatamente à Polícia Civil ou à Brigada Militar. O sigilo das informações repassadas é garantido pelas autoridades.
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