
No domingo (4), foram eleitos, no Rio Grande do Sul, 55 deputados estaduais e 31 federais, que investiram dinheiro em suas campanhas para convencer os eleitores gaúchos de que eram os mais aptos a ocupar seus respectivos cargos. Entre as principais despesas dos candidatos na campanha deste ano, destacam-se o impulsionamento de publicações nas redes sociais e os serviços gráficos para a produção de materiais de divulgação eleitoral.
Conforme dados disponíveis no DivulgaCand, entre as despesas contratadas pelos candidatos ao cargo de deputado federal, o voto mais caro foi o de Luiz Carlos Busato (União), que investiu R$ 31,13 por voto para conquistar a eleição. Já o mais barato foi o de Maurício Marcon (PL), que investiu R$ 0,95 por voto. Para deputado estadual, o voto mais caro foi o de Adriana Lara (PL), que gastou R$ 45,15 por voto, enquanto o mais barato foi o de Daiane Mello (PL), a R$ 1,07.
O voto mais caro foi o de Luiz Busato (União Brasil), que custou, em média, R$ 31,13. O deputado eleito conquistou 60.127 votos, e seu maior gasto foi com serviços de carros de som. Logo depois, vem Bibo Nunes, que conquistou 74.207 votos. Cada voto custou, em média, R$ 25,57, e seu maior gasto foi com serviços gráficos.
Cada voto de Osmar Terra (PL) custou, em média, R$ 21,38. Ele conquistou 116.647 votos, e seu maior gasto foi com assessoria de comunicação. Em seguida, vem Denise Pessôa (PT), que conquistou 100.893 votos. Seu maior gasto foi com serviços gráficos, e cada voto custou, em média, R$ 16,12.
A lista dos cinco deputados federais eleitos com os votos mais caros no Rio Grande do Sul é completada por Lucas Redecker (PSD), que conquistou 99.817 votos. Seu maior gasto foi com serviços gráficos, e cada voto custou, em média, R$ 16,06.
No geral, a lista dos cinco partidos com os votos mais caros é composta por Novo (R$ 15,67), MDB (R$ 15,47), Podemos (R$ 14,96), PP (R$ 13,26) e PSol (R$ 11,16).
O voto mais barato foi o de Maurício Marcon (PL), que custou, em média, R$ 0,95. O deputado eleito foi o mais votado, recebendo 379.834 votos, e seu maior gasto foi com serviços gráficos. Em seguida, vem Diogo Siqueira (PL), que conquistou 93.067 votos. Cada voto custou, em média, R$ 2,22, e seu maior gasto foi com serviços de correios.
Cada voto de Rony Gabriel (Pode) custou, em média, R$ 4,88. Ele somou 223.643 votos, e seu maior gasto foi com o impulsionamento de publicações nas redes sociais. Logo depois, aparece Valdeci de Oliveira (PT), cujos votos custaram, em média, R$ 6,28. Ele conquistou 93.419 votos, e seu maior gasto foi com serviços gráficos.
A lista dos cinco deputados federais eleitos com os votos mais baratos no Rio Grande do Sul é completada por Marcelo Moraes (PL), que somou 103.292 votos. Seu maior gasto foi com serviços gráficos, e cada voto custou, em média, R$ 6,50.
No geral, a lista dos cinco partidos com os votos mais baratos é composta por União (R$ 8,19), Republicanos (R$ 8,24), PCdoB (R$ 9,68), PL (R$ 9,97) e PT (R$ 10,18).
cp