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Sem carnaval: Não deixe o samba morrer…Mas ele morreu

29 de janeiro de 2020
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Sim, ele não existe mais na Avenida do Samba, mesmo com a extirpação de dezenas de árvores ocorridas na administração de Valdir Andres (PP), a Venâncio Aires serve hoje tão somente para estacionamento ao relento do sol de veículos os quais escapam do pagamento da taxa de estacionamento.

Aliás, até hoje nunca consegui entender o por que retiraram as dezenas de árvores do local, se esta avenida ficou desnuda do verdejante, quando suas folhas ofertavam uma sombra especial além de acalentar ninhos de pássaros durante todo o ano.

Não deixe o samba morrer…Mas ele morreu justamente por ser retirado da tradicional Marechal Floriano, palco de memoráveis noites carnavalescas com público exubrante ao longo da avenida.

A disputa das Escolas, isso dava um brilho especial, e acredito que em 2020 não teremos a oportunidade de visualizar o encanto do samba fazendo o requebrar da sambista.

Sei que a divida de R$ 180 mil segundo se noticia, e deixada pela Liga das Escolas de Samba é um entrave para que a batucada não retorne imediatamente.

O bom seria saber quem deixou a divida, e onde foram aplicados os valores acima mencionados.
Prestaram contas…Só Deus sabe.

O momento não é de investimentos nessa área, eis que o pais busca o seu fortalecimento econômico. Agora é aguardar para ver se as coisas melhoram.

Aliás, onde também estaria a “Rua Coberta”, tão alardeada no governo anterior. Pelo que sei na Avenida Venâncio Aires onde o projeto seria aplicado, ainda não deu ares de sua graça.

 

Tudo pode acontecer. Inclusive nada.

Nada mais que isso. Apenas isso.

Jairo Ferreira

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