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Santo Angelo

Sim às reformas, não às paralisações diz nota das entidades de Santo Ângelo

13 de junho de 2019
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As entidades empresariais de Santo Ângelo, ACISA, CDL e Sindilojas Missões orientam seus associados para que mantenham seus estabelecimentos abertos no dia 14 de junho (sexta-feira).

A parada prevista tem caráter político-ideológico e com isso, não se configura como movimento grevista legítimo assegurado por Lei. Porém, como trata-se de um movimento de livre adesão, alguns empregados poderão aderir ao movimento, tornando-se responsáveis pelas consequências contratuais junto a seus empregadores. Nesse caso, de acordo com a legislação aplicável, a ausência ao serviço será considerada como falta injustificada, para todos os efeitos legais.

As entidades esclarecem que é uma decisão particular de cada empregador sobre a orientação/liberação de seus empregados. Os lojistas podem, em caso de suspensão do funcionamento do transporte público, disponibilizar transporte ou custear a despesa de combustível de seus empregados e comparecimento ao trabalho.

Quanto a Reforma da Previdência, acreditamos que a mesma é de suma importância para a sobrevivência financeira de nosso país. Porém, negociações são necessárias em virtude de vários pontos que deverão ser considerados.

As entidades defendem a ideia de que é preciso criarmos artifícios eficientes para a efetiva recuperação de nossa economia.

Estamos vivenciando momentos muito difíceis na economia de nosso país e, entendemos que a indústria, o comércio e os serviços são de fundamentais importância para o desenvolvimento e o crescimento de nossa nação.

Sendo assim, cremos que este não é o momento de pararmos nossas atividades.

Esperando poder contar com o apoio e a compreensão de todos, colocamo-nos à disposição.

7 respostas para “Sim às reformas, não às paralisações diz nota das entidades de Santo Ângelo”

  1. Marisa Carvalho disse:

    Muito engraçado isso, quem defende a Reforma da Previdencia para salvar o Brasil, sonega impostos e afunda Santo Ángelo. Ipocresia! Todos sabemos que o interesse dos comerciantes de Santo Ângelo não esta em salvar o país e sim lucrar mais um pouco em cima do trabalhador, fazer trabalhar mais e pagar menos, só isso, ja que com a reforma acaba o desconto da parte patronal e só o trabalhador contribii para a previdencia. Nada de preocupação com o Brasil, a preocupação é com o próprio bolso. Mas nao se esqueçam que a ganancia causa a ruina. Sem dinheiro dos beneficios previdenciarios Santo Ângelo empobrece e o comercio afunda. Quem se diz muito preocupado com o Brasil deveria zelar pelo trabalhador e cuidar do municipio. Gente mesquinha nao merece respeito. O bom empresario é antes de tudo.um lider e um lider não ameça, não oprime e, acima.de tudo, respeita quem produz, respeita o trabalho e o trabalhador.

    Marisa carvalho
    Pelo direito de me aposentar!

    • Valtair Silveira disse:

      Marisa Carvalho, concordo plenamente com você, faço de suas palavras as minhas, o mercado de trabalho em Santo Ângelo, é o exemplo claro da exploração de mão de obra, pagam uma mereca e acham que estão fazendo favor para o trabalhador!! Cambada de hipócritas safados!! Só pensam no próprio bolso, patriota de verdade é trabalhador, que tem sobreviver com um salário mínimo!! O povo não sabe a forca que tem, se todo mundo parace queria ver os burguês tocarem seus negócios!!

    • Roberto Silva disse:

      Concordo contigo! Santo Ângelo é tão provinciana e tacanha que junto ao trevo da Universidade colocaram a estátua de um frei dissidente ao invés de colocarem um cientista que tenha feito algo concreto de bem a humanidade.

  2. André disse:

    Defendem o seu maior lucro, patrão deve cobrar efetividade e presteza, mas não pode ameaçar. A nota fala quase isso: se tu aderir a greve pode ter que trazer a carteira de trabalho daqui um dias aqui na empresa…coação na cara dura.

  3. Luciana Castro disse:

    A burrice do empresariado santoangelense não tem limite. Boa parte das vendas no comércio vem dos funcionários públicos, especialmente os funcionários estaduais. Não percebem que, se o funcionário não recebe em dia, se não tem reajuste, obviamente não vai poder comprar. O tão festejado “agronegócio” pouco dinheiro deixa no comércio local, até porque não gera renda para muitos, uma vez que não emprega quase ninguém.
    A lógica com a previdência é a mesma. Aposentados miseráveis vão comprar o quê?
    Abram a cabeça enquanto ainda não afundaram totalmente. Pq, certamente, o fundo está logo ali.

  4. Roberto Schlick disse:

    Ô Marisa, deixe a sua “Ipocresia” de lado e vá trabalhar ou estudar. E vá fazer manifestações no fim de semana como fazem os brasileiros de bem.

  5. Ione Oliveira Costa disse:

    Entendo que o protesto é livre e quem o faz deve ser responsável pelos seus atos.Quem quiser trabalhar que trabalhe e que seja garantido seu direito de ir e vir.Simples!

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